fevereiro 27, 2013

Varanda abraçada pela mata em Minas Gerais


















Aqui, o convívio é valorizado
Competir com a natureza nunca passou pela cabeça do arquiteto mineiro Carico. Convidado pelo casal Audrey e Octavio Euler a ampliar a varanda desta casa em Nova Lima, ele não quis “criar nada que tentasse parecer mais bonito que a mata”, diz. Com o desnível do terreno, a varanda fca na altura da copa das árvores. Não há obstáculos para atrapalhar a visão do verde nem distrações para impedir que uma boa conversa foresça. “Decidimos que nesse espaço a TV não entraria”, conta Audrey. “A ideia é resgatar o convívio.”
*Matéria publicada em Casa Claudia #617 - Janeiro de 2013

fevereiro 20, 2013

Material de construção ecológico economiza água e reduz entulho


Material de construção ecológico economiza água e reduz entulho


Um material de construção criado no Brasil promete minimizar os impactos gerados pela construção civil no mundo inteiro. A alternativa é equivalente à argamassa e reduz a produção de entulho, o uso de água, cal e areia para levantar paredes.

A Massa DunDun é uma cola utilizada para fixar os tijolos e sua aplicação é mais sustentável do que a argamassa, já que o produto não gera resíduos, mantém as obras limpas e combate o desperdício de muitos recursos que se transformariam em entulhos.

Indicado para vedar paredes erguidas com vários materiais – como concreto, tijolo convencional, cerâmica e tijolo ecológico, o produto é um fluido que também promete reduzir os esforços físicos dos operários e aposentar as betoneiras.

A criação ganhou o “Prêmio Inovação e Sustentabilidade”, realizado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). De acordo com uma pesquisa elaborada nos EUA, até 50% dos recursos naturais do planeta são consumidos pela construção civil, uma das atividades de desenvolvimento mais predatórias do mundo.

Segundo os criadores da Massa DunDun, o produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. Como a aplicação também demanda menos esforços dos trabalhadores, a obra pode ficar pronta até três vezes mais rápido do que se estivesse sendo usada a argamassa.

No site do fabricante, estão detalhadas mais informações sobre o produto, que foi utilizado na construção do Gávea Sul Pátio Shopping, pequeno centro de compras elaborado a partir de materiais ecológicos em Uberlândia, Minas Gerais.

Enviado por Edi Krinke

Mais informações: http://www.massadundun.com.br/

DECOR...







vidro e pedra






Cabeceiras de cama...




fevereiro 09, 2013

Faça você mesmo a sua cortina

Bouroullecs facilitam vida de quem quer praticidade

  (Foto: divulgação)

Cortinas não costumam oferecer muitas surpresas. Ao longo dos anos, pouca coisa mudou em matéria de design – no geral, elas continuam sendo peças utilíssimas, porém, secundárias na decoração, de instalação complicada, que exige a presença de um especialista. Depois de fazer uma pequisa com seus consumidores, a Kvadrat convocou os irmãos Ronan e Erwan Bouroullec para desenvolver uma cortina a partir de um novo conceito: a praticidade aliada à estética. Assim surgiu a Ready Made Curtain, que visa transformar a enrolada tarefa de pendurar cortinas em algo factível por todos. “Queríamos criar uma peça cuja instalação fosse tão fácil como a colocação de um pôster na parede”, diz um dos designers. O princípio básico da dupla era evitar o design rústico e pesado.
O produto é apresentado no formato de um kit “faça você mesmo”. Nele, há apenas quatro itens: o tecido, os prendedores, a corda e três peças de madeira. Os kits são monocromáticos e estão disponíveis em três cores – o vermelho, o branco e o azul-marinho. Coincidência ou não, são as cores da bandeira francesa – a pátria dos Bouroullec. A montagem não tem segredos. Primeiro, são fixadas as peças de madeira na parede, pouco acima da janela que será encoberta pela cortina. Em seguida, esses dois elementos são unidos por uma corda que os atravessa. A corda é tensionada com a ajuda de um sistema que se assemelha às tarraxas de um violão. Os prendedores são anexados a um dos lados da cortina. Por fim, depois de pendurar os prendedores no “varal”, corta-se o tecido no tamanho adequado. Voilà!
Esta cortina low-tech e user-friendly é o primeiro lançamento da marca Kvadrat voltado ao consumidor doméstico. Eles entram neste mercado em grande estilo. Anteriormente, os Bouroullec produziram para a marca produtos como o North Tiles e o Clouds – mais voltados para a indústria construtiva. A Ready Made Curtain foi lançada na feira IMM Cologne, que aconteceu neste mês.
  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

  (Foto: divulgação)

CRÉDITOS:

Escolha a melhor árvore para calçada, fachada ou beira de piscina

Conheça as árvores mais indicadas para três lugares ao redor da casa - fachada, fachada e beira da piscina


Em tempos de debates cada vez mais acalorados sobre meio ambiente, ter umaárvore em casa equivale a acolher um hóspede ilustre. "Trata-se de um bom recurso para obter conforto térmico e acústico, que, além disso, responde aos apelos dasustentabilidade", opina o paisagista Marcelo Faisal, de São Paulo. 

Como escolher a árvore ideal? 

Não adianta trazer uma espécie de origem europeia para os trópicos", enfatiza a paisagista paulista Juliana Freitas. Além da viabilidade de adaptação da muda, considere o porte da vegetação. O crescimento vigoroso da raiz costuma estragar pisos e muros; já o volume da copa pode comprometer a fação elétrica da rua ou então avançar sobre telhados e beirais, inclusive os de vizinhos. "Espécies maiores só funcionam em jardins extensos, parques e praças", avisa Juliana. Segundo ela, os profssionais da área seguem a seguinte tabela: exemplares de 3 a 6 m de altura são considerados pequenos; de 6 a 10 m, medianos; acima de 10 m, grandes. Se você ainda não escolheu a que cultivar, aproveite as sugestões para três situações: fachada principal, calçada e margem da piscina. Todas se adaptam bem nas diversas regiões do Brasil. 

O tipo de folha também influencia a escolha

Acervo Marcelo Bellotto{txtalt}
Flores delicadas. Apreciada por gerar fores miúdas que vão do branco aos tons róseos, a resedá atinge 4 m de altura. "Ela se adapta bem a climas predominantemente quentes e apresenta raízes curtas", fala o paisagista Marcelo Bellotto, de São Paulo, criador deste projeto situado em Itu, SP.
O fato de produzir sombra e, assim, refrescar os arredores é, sem dúvida, aspecto dos mais benéfcos. Entretanto, segundo Marcelo Faisal, o excesso de sombreamento provoca consequências indesejáveis. "Ele causa males ao jardim, uma vez que mina o crescimento de certas plantas", alerta. "Como resultado, o espaço tende a ficar monocromático ou baseado em gramíneas. O ideal é balancear com locais ensolarados", acrescenta. O ciclo de vida das folhas também merece refexão. Dependendo do tamanho e da quantidade desprendida dos galhos, os ralos e as calhas entopem facilmente. "Ao planejar seu jardim, o morador deve saber que algumas árvores [as caducas] perdem todas as folhas no inverno, enquanto outras possuem folhas ou fores miúdas e viscosas capazes de manchar o piso", lembra Juliana Freitas. Já as frutíferas atraem aves e insetos. Cabe a cada um decidir se tais visitantes são bem-vindos ou não.
Como deve ser o plantio
Benedito Abbud Paisagismo{txtalt}
Folhas estáveis. O paisagista paulista Benedito Abbud enfleirou coqueiros na margem direita da piscina desta casa no Guarujá, litoral norte paulista. "A raiz tem crescimento bastante controlado. Isso preserva a estrutura de concreto da piscina, e quase não caem folhas ao longo do ano", justifca.
O plantio pode se dar em solo, laje ou vaso. Terrenos naturais oferecem poucas desvantagens - veja se há tubulação, muros, coberturas e fos nas proximidades que impeçam o cultivo. Confra outras dicas: 
1. Tamanho da cova: é determinado pelo porte da espécie, segundo Marcelo Faisal. "A escavação ideal para mudas varia de 60 a 70 cm². Uma árvore adulta pode precisar de até 1 m²", fala. 
2. Cultivo em lajes: exige uma altura de terra de pelo menos 50 cm, coberta por brita, areia e manta geotêxtil. Além disso, requer impermeabilização, que deve ser refeita a cada dez anos (processo no qual, muitas vezes, algumas plantas não resistem). Árvores de enraizamento profundo estão fora de questão tanto em laje quanto em vaso. 
3. Transplante de exemplares crescidos: leve em conta que isso demanda transporte e maquinário. 
4. Adubação: "Há espécies que gostam de solo umedecido e outras, de terrenos drenados. Nesse caso, adicione areia à mistura", diz Juliana Freitas.

Para a fachada
Débora Mendes{txtalt}
"A entrada da residência comporta vegetação de médio e grande portes, com característica ornamental e capaz de propiciar sombra", diz a paisagista Paula Magaldi, de São Paulo. ao lado, opções que oferecem aromas, fores e frutos - e colorem a cidade.
Para a calçada
Débora Mendes{txtalt}
"A melhor pedida são espécies de pequeno a médio portes dotadas de raízes não muito profundas. Assim, tanto a fação quanto o calçamento fcam intactos", pondera a paisagista Juliana Freitas. sem falar que o sombreamento ameniza o calor emanado do asfalto.
Para a beira da piscina
Débora Mendes{txtalt}
"Aqui, a maior preocupação é evitar a queda de folhas que difcultem a limpeza e danifquem fltros", afrma a paisagista Suzi Barreto, do escritório carioca Landscape. por isso, palmeiras de folhagens largas são tão comuns nesses locais. Veja outras opções


CRÉDITOS:
Planeta Sustentável
Eliana Medina e Raphaela de Campos Mello - 15/10/2012
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